24.11.10

Filosofia de Aconselhamento no Tao

Já a preparar o novo ano que se avizinha, com novas ideias e projectos, o Tao Desenvolvimento Pessoal aposta numa nova área de trabalho, a Filosofia de Aconselhamento, que tem raízes milenares sobretudo na Europa. Como tal, vamos passar a contar com a colaboração de Filipe Menezes, professor e investigador nesta área, que passará a orientar sessões individuais mediante marcação.

Esta preciosa "ferramenta" de auto-conhecimento e de desenvolvimento da nossa relação com o mundo e com os outros, será dada a conhecer numa palestra/tertúlia de entrada livre, que terá lugar no nosso espaço no próximo dia 28 de Janeiro, às 21h30. Os 5 primeiros interessados que comparecerem na apresentação terão direito à oferta de uma primeira experiência em Filosofia de Aconselhamento (primeira sessão gratuita).


«O Aconselhamento Filosófico consiste num trabalho de interpretação de experiências que suscitam questões de natureza filosófica e em relação às quais as respostas disponíveis ao nível do senso comum, da religião e da tecno-ciência se revelam insatisfatórias para as pessoas que vivem essas experiências.

Para além da sua relevância do ponto de vista cultural, o Aconselhamento Filosófico tem uma aplicação paraterapêutica que responde eficazmente a certos estados de mal-estar. Operando ao nível da reconstrução filosófica do sentido, constitui-se como importante recurso de “orientação” pessoal numa sociedade complexa, cujos automatismos se desenvolvem, paradoxalmente, a par de uma crescente abertura à contingência.

Exemplos de problemas e questões que podem motivar a procura deste tipo de “cuidados filosóficos”: relações inter-pessoais pouco satisfatórias (vida conjugal, relação parental, ambiente académico ou profissional, etc.); proximidade da doença ou luto; necessidade de tomar decisões importantes que envolvem mudanças significativas, dilemas éticos ou conflitos de valores (por exemplo, ao nível de opções académicas, nos contextos profissionais, nas relações amorosas, etc.); crises de identidade pessoal e social; mudanças de estatuto, etc.

Ou, simplesmente, vontade de se conhecer melhor a si mesmo…»


Filipe Menezes (http://viafilosofia.blogspot.com/)

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