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5.3.19

Conversas sobre Parentalidade no Tao: A Mãe do Dia

Little Zen em parceria com o Tao Centro de Yoga, dinamiza “A mãe do dia – conversas de parentalidade” dia 16 de Março pelas 16h.

Num mundo que corre veloz, com tanto para fazer, que mães somos nós, qual damos a conhecer?
Somos mães preocupadas, atenciosas ou enervadas, com uns dias de tristeza e outros tantos de alegria, será que reconhecemos qual foi a mãe do dia?

Numa conversa intimista partilhamos histórias e emoções e juntas procuramos respostas e soluções!
Vem conversar connosco e participar neste nosso segundo encontro!

Local: Tao, Centro de Yoga e Bem-Estar, Figueira da Foz
Inscrições no Tao ou por tlm 914238010 ou tao.centro @gmail.com ou 1littlezen @gmail.com

2.1.12

Uma reflexão para 2012

Recebemos neste início de ano, uma mensagem que não resistimos a reproduzir aqui, com a devida vénia agradecida à nossa querida amiga Sílvia Meném e ao seu espaço Portal, a quem desejamos um 2012 pleno de paz, saúde e sucesso!

Armadilhas e Ciladas no Caminho da Ascensão
Por Dr. Joshua David Stone

“Nas minhas viagens pela vida como ser espiritual, psicólogo espiritualista e discípulo do caminho, tomei consciência de muitas das armadilhas e ciladas que se encontram no caminho espiritual. Considero-me até especialista no assunto, pois tive a experiência de cair na maioria delas.
Recomendo, convicto, a meditação sobre a lista que apresento a seguir.
Embora breve em palavras, é profunda em intuições.
O meu propósito ao partilhar estas situações é poupar, ao maior número de pessoas possível, sofrimento desnecessário, carma negativo e os atrasos no caminho da ascensão, provocados pelo desconhecimento e pela ignorância. O caminho espiritual é bastante fácil num plano e incrivelmente complicado em outro. O ego negativo e as forças das trevas espalham sedução e apegos, imensos complexos e ardilosos desafios em cada passo do Caminho. Cometer erros e cair nessas armadilhas é normal. A minha preocupação é evitar que as pessoas que buscam o seu Caminho, fiquem enredadas nas ciladas por longos períodos, ou mesmo vidas inteiras.”

Eis, então, as armadilhas e as ciladas mais comuns:

1:-Abrir mão do seu poder pessoal, concedendo-o a outras pessoas, à mente subconsciente, ao ego negativo, aos cinco sentidos, ao corpo físico, ao corpo emocional, ao corpo mental, à criança interior, a um guru, aos mestres ascensionados, a Deus, a tudo o que for externo.
2:-Amar os outros, mas não a si mesmo.
3:-Não reconhecer o ego negativo como fonte de todos os problemas.
4:- Concentrar-se em Deus, mas deixar de integrar e educar de modo correto, a sua criança interior.
5:-Comer incorretamente e não fazer exercícios físicos suficientes, o que resulta em doença física e limitação nos outros níveis.
6:-Mergulhar profundamente na vida espiritual mas não reconhecer o plano psicológico, que precisa ser compreendido e dominado.
7:-Desejos, desejos e mais desejos materiais.
8:-Exercer poder sobre os outros depois de alcançar o sucesso.
9:-Desligar-se demais das coisas da Terra, o que prejudica o corpo físico.
10:-Tentar escapar da Terra, em vez de criar o Céu na Terra.
11:-Ver apenas as aparências, em vez de observar a verdadeira realidade que está por detrás de todas as aparências.
12:-Tentar tornar-se Deus, em vez de perceber que você já é o Eu Eterno, como todas as outras pessoas o são.
13:-Não perceber que você é a causa de tudo.
14:-Servir os outros totalmente, antes de se tornar auto-realizado dentro de si mesmo.
15:-Pensar que existe algo que se possa chamar de raiva justificada. A raiva é uma armadilha perigosa.
16:-Tornar-se um extremista, e não ser moderado em todas as coisas.
17:-Pensar que precisa ser asceta para tornar-se um ser espiritual.
18:-Tornar-se sisudo demais, deixando de ter alegria, felicidade e diversão suficientes na vida. Não há ascensão sem alegria.
19:-Ser indisciplinado e deixar de perseverar incessantemente nas suas práticas espirituais.
20:-Abandonar as práticas e estudos espirituais quando se envolve num relacionamento.
21:-Dar prioridade a um relacionamento, em detrimento do si e do seu processo interno. Essa é outra armadilha traiçoeira.
22:-Deixar que a criança interior governe a sua vida.
23:-Ser crítico demais e duro demais para consigo mesmo.
24:-Deixar-se enredar pelo glamour e ilusão dos poderes psíquicos.
25:-Tomar posse do seu poder pessoal, mas não aprender ao mesmo tempo a submeter-se ao seu Cristo interno.
26:-Abrir mão do seu poder pessoal quando estiver fisicamente cansado.
27:-Esperar que Deus e os mestres ascensionados resolvam todos os seus problemas.
28:-Viver no piloto automático e relaxar a vigilância.
29:-Entregar o seu poder a entidades que se possam comunicar consigo.
30:-Ler demais e não meditar o bastante.
31:-Deixar que a sexualidade o domine, em vez de dominá-la.
32:-Identificar-se excessivamente com seu corpo mental ou emocional, sem atingir o equilíbrio.
33:-Pensar que precisa ser um canal para outras vozes, ver ou experimentar toda a espécie de fenômenos mediúnicos a fim de se tornar espiritualizado ou ascender.
34:-Forçar a elevação da sua kundalini.
35:-Forçar a abertura dos seus chacras.
36:-Pensar que o seu caminho espiritual é melhor que o dos outros.
37:-Julgar as pessoas em função do nível de iniciação que alcançaram.
38:-Partilhar o seu nível "avançado" de iniciação com outras pessoas.
39:-Contar aos outros o seu "bom trabalho espiritual", em vez de simplesmente centrar-se na sua humildade. “Não saiba a tua mão esquerda o que fez a tua mão direita”.
40:-Pensar que as emoções negativas são algo imprescindível.
41:-Isolar-se dos outros e achar que isso é ser espiritualista.
42:-Considerar a Terra um lugar terrível.
43:-Entregar o seu poder à astrologia ou à influência dos astros, como fatores externos e incontornáveis.
44:-Apegar-se demais às coisas e às pessoas.
45:-Viver desapegado demais com relação à vida; não se esforçar rumo ao desapego envolvido.
46:-Viver preocupado demais com o eu; e não se dedicar o suficiente a servir os outros.
47:-Enredar-se nas numerosas teorias equivocadas da psicologia tradicional, pois cada uma delas não passa de uma fina fatia da torta inteira.
48:-Ser místico demais ou ocultista demais, e não se esforçar para integrar os dois lados.
49:-Desistir no meio das grandes adversidades. Essa é uma das piores armadilhas. Nunca desista! Nunca, jamais deve desistir!
50:-Achar que o sofrimento que o incomoda - seja em que nível for - não irá passar.
51:-Concentrar-se demais no nível de iniciação que alcançou, ou aguardar com ansiedade exagerada o momento da ascensão, em vez de se preocupar com o trabalho que precisa ser feito.
52:-Deixar-se enredar pelos poderes espirituais em vez de reconhecer que o amor é, de entre todos, o maior poder espiritual.
53:-Denegrir outros grupos espiritualistas ou metafísicos, em vez de buscar o trabalho conjunto e a unificação, mesmo que esses grupos não estejam inteiramente sintonizados com todas as suas crenças.
54:-Deixar-se enredar no dogma da religião tradicional, ou quaisquer outros dogmas.
55:-Pensar que precisa de um sacerdote, que aja como intermediário entre si e Deus.
56:-Usar as suas crenças espirituais para gerar divisão, elitismo ou uma condição especial indevida.
57:-Tornar-se fanático demais pelas suas próprias crenças.
58:-Achar que pode alcançar a iluminação por meio de drogas ou algum tipo de pílula mágica. Essa é uma das piores formas de ilusão!
59:-Achar que outras pessoas não precisam trabalhar no seu caminho espiritual.
60:-Sobrevalorizar o relacionamento com os filhos em detrimento das relações consigo mesmo e com o seu Cristo interno.
61:-Enredar-se em todas as atrações deste mundo material, realmente fascinante.
62:- Envolver-se demais no amor a uma só Pessoa, em vez de expandir seu amor para englobar muitas pessoas, e todos os outros, de forma incondicional.
63:-Enredar-se na dualidade, em vez de buscar equilíbrio mental, paz interior e equidade em todos os momentos; se você não transcender a dualidade, continuará a sentir-se vítima da sua própria montanha-russa emocional, sacudindo-se de um lado para o outro entre os altos e baixos da vida. A alma e o espírito pensam com uma consciência transcendente, que não tem ligação com essa lufa-lufa quotidiana.
64:-Ser pai ou filho, mãe ou filha no relacionamento a dois, em vez de assumir a condição de adulto.
65:-Pensar que precisa sofrer na vida. Isto é tremendamente falso!
66:-Ser ou querer ser um mártir do caminho espiritual.
67:-Precisar de controlar os outros.
68:-Ter ambição espiritual.
69:-Precisar de simpatia, amor ou aprovação.
70:-Ter necessidade de ser um Mestre.
71:-Ser hipersensível ou, no outro lado da moeda, duro demais.
72:-Assumir responsabilidades no lugar dos outros.
73:-Ser ou querer ser um salvador.
74:-Servir por motivos egoístas e pensar que está a acumular mérito espiritual.
75:-Pensar que é espiritualmente mais avançado do que realmente é; por outro lado, pensar que é menos avançado do que realmente é.
76:-Ser famoso e cultivar a dependência da fama.
77:-Dar importância indevida à busca da paixão ou da alma gêmea, e não perceber que a sua própria Alma - e a Mônada - são aquelas que, na verdade, o podem complementar e saciar interiormente.
78:-Pensar que precisa de um relacionamento romântico para ser feliz.
79:-Precisar ver-se no centro do palco; ou, no outro lado da moeda, preferir sempre esconder-se pelos cantos.
80:-Trabalhar e esforçar-se demais, exaurindo-se fisicamente, ou, no outro lado da moeda, distrair-se demais e não se ocupar dos assuntos do Pai.
81:-Buscar orientação em médiuns e não confiar na própria intuição.
82:-Entregar-se, neste plano ou no plano interior, a mestres que não sejam ascensionados e que, logicamente, também têm uma compreensão e concepção limitadas da realidade.
83:-Fazer do caminho espiritual um hobby, e não o "fogo devorador".
84:-Perder tempo demais em frente da TV, na Internet, com jogos de vídeo, ou lendo romances fúteis, e assistindo a filmes violentos.
85:-Gastar quantidades imensas de tempo e energia por falta de organização e administração adequada do tempo.
86:-Pensar que discutir com os outros é algo que lhe sirva a si, ou sirva a outras pessoas.
87:-Tentar vencer ou estar certo, em vez de se esforçar por amar e compreender.
88:-Enfatizar demais a intuição, o intelecto, o sentimento e o instinto, em vez de perceber que tudo isso precisa ser equilibrado e integrado, cada qual na
sua devida proporção; a cilada, aqui, é identificar-se excessivamente com um deles.
89:-Devotar-se a um guru que o diminui e o divide, em vez de se dedicar ao Eu espiritual que é você mesmo, e cultivar o seu próprio Cristo interno.
90:-Tentar permanecer aberto todo o tempo, em vez de saber como abrir e fechar o seu campo energético, de acordo com as necessidades.
91:-Não saber dizer não aos outros, à criança interior ou ao ego negativo.
92:-Pensar que a violência ou qualquer tipo de agressão contra os outros lhe vai trazer aquilo que você deseja, ou que sirva a Deus de algum modo.
93:-Culpar Deus ou irritar-se com Ele ou contra os mestres ascensionados por causa dos próprios problemas.
94:-Quando suas orações não forem atendidas, pensar que Deus e os mestres ascensionados não estão respondendo às suas preces.
95:-Comparar-se com outras pessoas, em vez de perceber que somos únicos, e que as potencialidades, as circunstâncias e as vivências do outro não são as suas.
96:-Pensar que ser pobre é ser espiritualizado. Pensar que é preciso ser rico para ser feliz e espiritualizado.
97:-Comparar-se e competir com os outros por causa dos níveis de iniciação e ascensão.
98:-Assumir o papel de vítima diante de outras pessoas ou do seu próprio corpo físico, emocional ou mental, desejos, cinco sentidos, ego negativo, eu inferior.
99:-Estudar demais e não manifestar os seus conhecimentos no mundo real.
100:-Pensar que o seu mau humor é a verdadeira realidade de Deus.
101:-Pensar que o valor reside em fazer e alcançar coisas.
102:-Pensar que você não precisa de se proteger espiritual, psicológica e fisicamente.
103:-Pensar que glamour, ilusão, ego negativo, medo e separação, são a verdadeira realidade.
104:-Usar açúcar, café e refrigerantes e outros estimulantes artificiais para obter energia física.
105:-Tentar fazer tudo sozinho e não pedir a ajuda a Deus; ou, no outro lado da moeda, pedir a ajuda de Deus e não se ajudar a si mesmo.
106:-Deixar de amar as pessoas porque elas o estão a tratar mal ou dando um exemplo negativo de egoísmo; não distinguir a pessoa de seu comportamento.
107:-Perder a fé na realidade viva da Alma, da Mônada, de Deus e dos Mestres Ascensionados, e na capacidade que eles têm de ajudá-lo.
108:-Pensar que apenas as outras pessoas podem atingir a ascensão, ou ser Luz no mundo, ou pelo menos não nesta vida.
109:-Tentar atingir a ascensão para fugir dos problemas quotidianos.
110:-Pensar que a Terra é uma prisão, e não reconhecê-la como um Paraíso em evolução.

“Tudo o que existe no universo divino é governado por leis - físicas, emocionais, mentais e espirituais. Aprendendo a compreender essas leis e tornando-se obediente a elas você trilhará o caminho da ascensão.”

Por uma humanidade livre, Joshua David Stone.

22.9.11

Viver

Conta-se que no século passado, um turista americano foi à cidade do Cairo, no Egito, com o objetivo de visitar um famoso sábio.

O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e cheio de livros. As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.

- Onde estão seus móveis? - perguntou o turista.

E o sábio, bem depressa, perguntou também: - E onde estão os seus ...?

- Os meus?! - surpreendeu-se o turista.

- Mas eu estou aqui só de passagem!

- Eu também ... - concluiu o sábio.

A vida na Terra é somente uma passagem ... No entanto, alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente, e esquecem-se de ser felizes.

O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isto existem momentos inesquecíveis e pessoas incomparáveis

20.6.11

A casa dos mil espelhos (do folclore japonês)

Há muito tempo atrás, num distante e pequeno vilarejo, existia um lugar conhecido como a casa dos mil espelhos.

Um pequeno e feliz cãozinho soube deste lugar e decidiu visitar. Lá chegando, saltitou feliz escada acima até a entrada da casa. Olhou através da porta de entrada com as suas orelhinhas bem levantadas e a cauda balançando tão rapidamente quanto podia. Para sua grande surpresa, deparou-se com outros 1000 pequenos e felizes cãezinhos, todos com as suas caudas balançando tão rapidamente quanto a dele. Abriu um enorme sorriso, e foi correspondido com 1000 enormes sorrisos. Quando saiu da casa, pensou: "Que lugar maravilhoso! Voltarei sempre, um montão de vezes".

Nesse mesmo vilarejo, um outro pequeno cãozinho, que não era tão feliz quanto o primeiro, decidiu visitar a casa. Escalou lentamente as escadas e olhou através da porta. Quando viu 1000 olhares hostis de cães que lhe olhavam fixamente, rosnou e mostrou os dentes e ficou horrorizado ao ver 1000 cães rosnando e mostrando os dentes para ele. Quando saiu, ele pensou: "Que lugar horrível, nunca mais volto aqui".

Todos os rostos no mundo são espelhos. Que tipo de reflexos você vê nos rostos das pessoas que você encontra?

11.2.11

Receitas Gerais para Ficar Doente

Embora seja possível fornecer-se receitas específicas para ser doente, apresentamos a seguir as dicas globais para que possamos ser doentes e sentirmo-nos pessoas comuns, iguais a todos:

1. Alimente-se desregradamente. Comer bastante carne, açúcar, refrigerantes, chocolates, docinhos, enlatados, salsichas, etc. Tudo isso é bom para provocar fermentações, putrefações intestinais sintomáticas ou não, baixa de resistência orgânica, acúmulos e demais determinantes de desequilíbrios que se assentarão com o tempo (antes produzindo fenômenos simples como dores, febres, azias ...). O ideal é comer também a toda hora. Isto é bom para alterar o ciclo biológico natural favorecendo a prisão de ventre, a obesidade, a pressão alta, as infecções e inflamações, os tumores, a ansiedade, a culpa, a barriga grande ...

2. Evitar os alimentos naturais, os cereais integrais, as frutas, os legumes, as raízes, o pão integral puro, o mel, etc. , pois favorecem a desintoxicação das sujeiras, além de fortalecerem o organismo e torná-lo mais saudável.

3. Alimente-se principalmente à noite, após as 22 horas, pois assim o organismo será forçado a trabalhar em regime de hora extra. Isto é excelente para o envelhecimento precoce, a obesidade, a gordura abdominal (não existe coisa melhor para a formação dos pneus abdominais de gordura que comer à noite e em abundância, principalmente queijos ... ). Também é bom para a pessoa acordar cansada e desenvolver falta de memória.

4. Manter sempre hábitos alimentares comuns como a velha feijoada de toda semana. A feijoada, usada com constância, é muito boa para desencadear, sem que o freguês perceba, os seguintes resultados: elevação do colesterol e dos triglicerídios, arteriosclerose, pressão alta, angina pectoris, reumatismo, artrite, gota, lipomatose, cistos sebáceos, envelhecimento precoce, distúrbios da vesícula biliar, gastrite, colite, enterite, hemorróidas, varizes, retenção de líquidos, distensão abdominal, glaucoma e uma grande quantidade de outras doenças. Para melhores resultados, aconselha-se a utilização de feijoada em lata, cujos efeitos são mais intensos ainda. Ela já vem com antibióticos. E ninguém paga nem um centavo a mais por esta vantagem!

5. Freqüentar sempre e constantemente os bons restaurantes. Viver o prazer da boa mesa. Afinal, mais vale viver pouco, mas intensamente, do que viver muito, mas monotonamente, comendo arroz integral ...

6. Evitar os restaurantes naturais, vegetarianos, macrobióticos, os sucos vegetais, saladas, se quiser ser doente.

7. Usar açúcar branco e cafezinho em abundância. Isto favorece não somente a baixa de resistência, mas o famoso sugar blues, a doença do açúcar: depressão, melancolia, adinamia, fraquezas, instabilidade emocional, fomes repentinas, ansiedade ... tudo ajudado pelo excesso de cafezinhos que contribuem para o nervosismo e irritação, etc. Ideal para escritórios ...

8. Evitar ginástica, o trabalho físico, a movimentação do corpo. Levar uma vida sedentária, longe dos esportes e do contato com o ar puro e a natureza. Preferir habitar os grandes centros poluídos..

9. Participar com freqüência de festas intensas, banquetes. Trocar o dia pela noite e comer bastantes excessos. Morar em apartamentos úmidos, longe da luz do sol.

10. Evitar a sauna, a massagem profissional [...], a dança, a expressão corporal, o Tai-Chi-Chuan, as artes marciais.

11. Fumar uma grande quantidade de cigarros. Bom para produzir vários problemas, entre eles, as alterações nervosas, a bronquite tabágica, alterações de circulação arterial, diminuição do oxigênio do sangue e dos tecidos (grande parte das doenças modernas ocorrem num organismo pobre de oxigênio ...) o câncer, a gastrite, inapetência, enfisema pulmonar, perturbações da memória, alterações do sabor e do olfato, etc. Mas vale o prazer de fumar, não é? Afinal, fumar é uma questão de bom senso... mesmo que no Brasil o hábito seja responsável por cerca de 100 mil mortes anuais e produzirá no mundo a cifra ínfima de trinta milhões de mortes até o ano 2000. Hoje existem cerca de trezentos milhões de pessoas em todo o globo que sofrem muito por enfisema pulmonar e demais problemas derivados do cigarro.

12. Beber álcool com freqüência. Isto é normal. O álcool está presente nos lares, nos escritórios, acompanha as grandes festas, favorece os grandes negócios, acalma e combate a ansiedade. Mesmo sabendo-se que ele é uma grande ilusão e que "tudo o que estimula termina por deprimir", e que na verdade o álcool é depressor do sistema nervoso, convém usá-lo para obter os seguintes males: neurite alcoólica, perturbações visuais, diminuição da resistência orgânica, hepatite, cirrose hepática, pressão alta, inflamações, câncer do estômago, irritação da mucosa, agressividade, tendência ao enfarte. No extremo pode ocorrer delirium-tremens, coma e morte. Quem quiser passar por estas experiências deve consumir muito álcool. Usado com moderação e com sapiência ele não é muito capaz disto.

13. A qualquer simples sintoma como febre, dor de cabeça, mal-estar, lançar mão de drogas alopáticas. Evitar as ervas medicinais, a homeopatia, o do-in, o relaxamento, o jejum, etc.

14. Seguir estritamente as ordens dos médicos sem nenhum comentário, sem questionamento. Tomar todos os remédios, mesmo que produzam efeitos colaterais, piores que o problema ou sejam capazes de gerar mais doenças, além daquela que está sendo tratada. Aceitar também as cirurgias indicadas sem procurar outras opiniões profissionais.

15. Assistir sempre bastante televisão, acompanhar as novelas, acreditar piamente nos noticiários que a televisão emite. Uma família inteira assistindo à TV junta é um excelente método de alienação conjunta. A TV em excesso é excelente para embotamento do raciocínio. Se não estiverem passando programas interessantes, deve-se jogar videogame com as crianças ou ter um vídeo-cassete comum, bom estoque de filmes de violência, de guerra ou pornográficos. Como alternativas, existem computadores com programas alienantes de excelente qualidade. Para completar, convém assistir à televisão comendo biscoitos doces em abundância e a todo instante ir beliscar uma coisinha na geladeira. Para engordar é ótimo.

16. Comprar e consumir tudo o que é indicado pela propaganda na TV, rádio, outdoors e demais veículos de vendas.

17. Levar sempre as crianças em festinhas de aniversário onde reinam as guloseimas cariogênicas, descalcificantes, redutoras de resistência orgânica, favorecedoras das amigdalites, tosses, febres, bronquites, crises de asma, urinas noturnas, dificuldades escolares de fundo alimentar, com aditivos corantes e aromatizantes cancerígenos. Melhor até é organizar as festinhas em sua casa mesmo. Facilita.

18. Andar sempre na moda. Sapatos bem altos são bons para produzir alterações da coluna, como escolioses, lordoses, sifoses, dores musculares, etc. Cosméticos, xampus, brilhos, bases, cremes sintéticos, etc., embelezam mas condicionam a pele, não a deixam respirar direito e a envelhecem. Usá-los é no entanto necessário para manter o status. Evitar os cosméticos naturais, as máscaras biológicas, a sauna, os banhos de luz, a hidroterapia, a acupuntura cosmética, que são benefícios para a pele.

19. Perseguir obstinadamente ideais como a fama, a fortuna, o reconhecimento público, a notoriedade. São formas de busca ansiosa que não trazem nenhum sentido existencial verdadeiro, nenhuma realização interior autêntica, mas atraem a inveja, o ciúme, a inimizade, a falsa amizade. É graças a elas que temos hoje um mundo em pé de guerra.

20. Ter sempre uma vida tensa, agitada, ansiosa mas ... plena de realizações profissionais, mesmo que em casa esteja acontecendo um inferno. É uma receita para morrer mais cedo através do stress, da estafa, do enfarte, da úlcera, dos distúrbios psíquicos e sexuais, da neurastenia.


Autor anónimo (recebido por email), se conhecer a autoria desde texto precioso diga-nos que teremos todo o gosto em dar-lhe um pai ou uma mãe :)

10.2.11

A vida é agora

Um ponto importante da sabedoria de vida consiste na proporção correcta com a qual dedicamos a nossa atenção em parte ao presente, em parte ao futuro, para que um não estrague o outro. Muitos vivem em demasia no presente: são os levianos; outros vivem em demasia no futuro: são os medrosos e os preocupados. É raro alguém manter com exactidão a justa medida. Aqueles que, por intermédio de esforços e esperanças, vivem apenas no futuro e olham sempre para a frente, indo impacientes ao encontro das coisas que hão-de vir, como se estas fossem portadoras da felicidade verdadeira, deixando entrementes de observar e desfrutar o presente, são, apesar dos seus ares petualentes, comparáveis àqueles asnos da Itália, cujos passos são apressados por um feixe de feno que, preso por um bastão, pende diante da sua cabeça. Desse modo, os asnos vêem sempre o feixe de feno bem próximo, diante de si, e esperam sempre alcançá-lo.

Tais indivíduos enganam-se a si mesmos em relação a toda a sua existência, na medida em que vivem ad interim [interinamente], até morrer. Portanto, em vez de estarmos sempre e exclusivamente ocupados com planos e cuidados para o futuro, ou de nos entregarmos à nostalgia do passado, nunca nos deveríamos esquecer de que só o presente é real e certo; o futuro, ao contrário, apresenta-se quase sempre diverso daquilo que pensávamos.


O passado também era diferente, de modo que, no todo, ambos têm menor importância do que parecem. Pois a distância, que diminui os objectos para o olho, engrandece-os para o pensamento. Só o presente é verdadeiro e real; ele é o tempo realmente preenchido e é nele que repousa exclusivamente a nossa existência. Dessa forma, deveríamos sempre dedicar-lhe uma acolhida jovial e fruir com consciência cada hora suportável e livre de contrariedades ou dores, ou seja, não a turvar com feições carrancudas acerca de esperanças malogradas no passado ou com ansiedades pelo futuro. Pois é inteiramente insensato repelir uma boa hora presente, ou estragá-la de propósito, por conta de desgostos do passado ou ansiedades em relação ao porvir.


Arthur Schopenhauer, in "Aforismos para a Sabedoria de Vida" (obrigado)

3.1.11

Agostinho da Silva e um conselho precioso aos pais

A pior traição que podemos cometer perante o moço que se aproxima para que lhe digamos a Verdade é ocultar-lhe que para nós essa verdade se encontra tão longínqua e velada como a ele se apresenta. Se lhe damos por certeza o que se mostra duvidoso enganamos a confiança que o levou a dirigir-se-nos; se lhe não fizermos ver todas as fendas dos paços reais arriscamos a sua e a nossa alma a um desastre que nenhum tempo futuro poderá reparar. Os que julgou mais nobres enganaram-no; era cego, pediu guia, e levaram-no a abismos; nunca mais a sua mão se estenderá aberta e franca a mãos humanas. Quanto a nós mesmos, que valor tem a causa se para lhe darmos dinamismo a deformamos, a mergulhamos em parte na sombra da mentira?


Não é nosso ideal, e por isso lutamos, formar os bandos inconscientes e os prontos cadáveres que às nossas ordens obedeçam; salvar-se-á o mundo pelos espíritos claros, tenazes ante o certo, ante o incerto corajosos; só eles sabem medir no seu justo valor e vencer galhardamente toda a barreira levantada; só eles encontram, como base do ser, a marcha calma e a energia inesgotável. É ilusória toda a reforma do colectivo que se não apoie numa renovação individual; ameaça a ruína a todo o movimento que tornarem possível a ignorância e a ilusão. Acima de tudo coloquemos a franqueza e os abertos corações; das dúvidas que se juntam podem surgir as fórmulas melhores; vem mais lento o triunfo, mas vem mais sólido; a ninguém se arrastou, todos chegaram por seu pé.

Agostinho da Silva, in 'Considerações'

obrigado

14.9.10

Krishnamurti e a violência

«(…) Suponha que eu seja agressivo, furioso, ciumento, embrutecido, movido pela ambição, que leva à competição e assim, estou sempre a comparar-me com alguém. Essa comparação faz com que eu me sinta inferiorizado diante de vocês. Então ocorre uma luta, violência e todas essas coisas. E eu digo a mim mesmo: "Tenho que me livrar disso. Quero viver em paz. Apesar de o homem viver assim por milhares de anos, é preciso que haja uma mudança. Deve haver uma mudança na sociedade, por pior que ela esteja.". Como tal, eu lanço-me ao trabalho social, esquecendo, consequentemente de mim mesmo. Mas o trabalho social e a sociedade são eu mesmo e então percebo os truques que a mente faz. Agora vejo a mim mesmo e percebo que sou violento.

Como perceber essa violência? Como o julgador que a condena? Ou justificando-a? Como alguém incapaz de lidar com essa violência e que por isso foge dela? Como perceber a mim e a essa violência? Por favor, experimente. Você está olhando como um observador alheio à violência, que condena, justifica e diz: "Isso é bom", então faço? O observador percebe a violência, distanciado dela e a condena? Ou o observador é observado? Ele reconhece a violência e a separa de si mesmo, a fim de fazer algo a respeito, mas essa separação é apenas um dos truques de seu pensamento. O observador é o observado e é a violência. Enquanto houver essa fragmentação, esse distanciamento entre observador e observado, haverá violência. Quando eu captar, não verbalmente, mas realmente com o coração, a mente, com todo o meu ser, então o que ocorre?

Você sabe que quando observa algo, há sempre não somente a separação e o distanciamento do observado, mas também o desejo de identificar-se com o que é bonito, nobre e de não se identificar com o que não é. Então a identificação é parte de um truque da mente que se separa a si mesma, tornando-se o censor e tenta identificar-se com o que observa. Considerando que, quando o observador se torna consciente de que é parte do que é observado, e ele é, consequentemente, não há imagem, representação entre observador e observado, então percebe-se que o conflito se extingue por completo.

Isso é verdadeira meditação. Não apenas um truque. Portanto, é muito importante, imperativo compreender-se profundamente, todas as reacções, todos os condicionamentos, os vários temperamentos, características, tendências. Apenas testemunhar, sem o observador. Observar sem o observador. Esse é o acto de aprender e, portanto, essa é a acção (Krishnamurti aqui se refere à "acção que é completa", mencionada no quarto parágrafo do texto: (…) Podemos encontrar uma maneira de viver, não uma ideia abstracta, uma concepção filosófica, uma teoria, mas efectivamente um modo de vida que seja uma acção completa, plena e totalmente não contraditória).»

Jiddu Krishnamurti falando em San Diego, em 5 de Abril de 1970. Krishnamurti Foundation Trust - Boletim 84 - 2003

18.2.10

Pensar a família moderna, em Coimbra

NO CICLO DE FILOSOFIA DA ALMEDINA
1ª SESSÃO: 18 de FEVEREIRO, 18H

Os espaços de comunicação íntima no seio familiar dão o mote a uma sessão com Cláudio Carvalho, investigador da Universidade de Coimbra e bolseiro da FCT.


A família moderna e os seus espaços de comunicação íntima vão estar em destaque na primeira sessão do novo ciclo de Filosofia da livraria Almedina Estádio, em Coimbra. Cláudio Carvalho, investigador da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC) e bolseiro da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), é o protagonista da iniciativa, que terá lugar no dia 18 de Fevereiro às 18 horas.


A sessão marca assim o regresso do ciclo "Filosofia e Filosofar - que interessa isso hoje", organizado pela Almedina, Associação de Professores de Filosofia, Viafilosofia e Ideias Concertadas.


"As acentuadas mudanças observadas nas formas de coabitação íntima, em especial nas últimas três décadas, convocaram novamente os intelectuais, com destaque para as obras de J. Butler ou M. Nussbaum, a retirar as consequências do definhar de formas familiares que se chegou a pensar definitivas dado o seu papel agregador", avança Cláudio Carvalho, investigador da unidade Linguagem, Interpretação e Filosofia da FLUC.


Para Claúdio Carvalho, "não deixa de afigurar-se como paradoxal que numa sociedade em que todas as funções que a família desempenhou autonomamente até um período bem recente passaram a estar asseguradas, pelo menos parcelarmente, por outros sistemas (saúde, política, direito, educação...), ela não cesse de ser convocada a um papel fundamental de fomentar a adequada vivência emocional dos indivíduos".


"Liberta de incumbências várias que atrofiavam a sua valência emocional e afectiva, responsabilidades essas que ainda assim não são completamente eliminadas - entre outras, a manutenção do seu status económico, a reprodução da espécie, o fomentar do ethos socio-político-, a partir do seu encerramento face ao exterior sócio-político, a família passa a sustentar a sua comunicação num panorama mais mutualista e voltado para a realização afectiva dos seus elementos", explica o investigador.


Como têm mudado ao longo do tempo os discursos sobre a família? Qual o impacto da ideia "amor como paixão" e do novo critério legitimador da união conjugal? Como é a família moderna? Por que é que que ela continua a fazer sentido quando as suas funções passaram a ser em larga medida asseguradas por outros sistemas? Estas são apenas algumas das questões a que Cláudio Carvalho dará resposta na Almedina Estádio Cidade de Coimbra.

Programa aqui

2.2.10

O nosso destino

Não resistimos a pedir emprestado para aqui para os nossos leitores, a este excelente blog, este excerto final do livro "Mundos Paralelos" (editado em Portugal pela Bizâncio, em 2006), do físico norte-americano Michio Kaku (que os nossos leitores provavelmente conhecerão melhor do documentário "What the bleep do we know", por exemplo). Vale a pena ler com atenção, porque também é uma mensagem de esperança e, em certa medida, de optimismo:

"Na peça de Anton Chekhov "As Três Irmãs", no acto II, o Coronel Vershimin proclama: "Dentro de um século ou dois, ou dentro de um milénio, as pessoas viverão de uma maneira diferente e mais feliz. Não estaremos lá para ver, mas é para isso que vivemos e trabalhamos. É para isso que sofremos. É para isso que estamos a contribuir. É essa a finalidade da nossa existência. A única felicidade que podemos conhecer é saber que estamos a trabalhar para esse objectivo."

Pessoalmente, longe de me sentir deprimido pela imensidão do Universo, estou impressionado com a existência de mundos inteiramente novos a seguir ao nosso. Vivemos numa época em que estamos a começar a exploração do Cosmos com sondas e telescópios espaciais, com teorias e equações.

Também me sinto privilegiado por viver num tempo em que o nosso mundo está a dar passos tão heróicos. Estamos vivos para presenciar o que talvez venha a ser a maior transição da história da humanidade: a transição para uma civilização de tipo I, talvez a mais significativa, mas também a mais perigosa transição da história da humanidade.

Outrora, os nossos antepassados viveram num mundo cruel e hostil. durante a maior parte da história, as pessoas tinham uma vida curta, uma vida selvagem, e a esperança média de vida era de cerca de 20 anos. Viviam à mercê do destino, do terror constante das doenças. O exame dos ossos dos nossos antepassados revela que estão incrivelmente gastos, o que testemunha as cargas que transportavam diariamente; também exibem marcas indiciadoras de doenças e de acidentes horríveis. Mesmo no século passado, os nossos avós viviam sem os benefícios das medidas sanitárias modernas, dos antibióticos, dos aviões a jacto, dos computadores e das outras maravilhas da electrónica.

Os nossos netos, contudo, viverão na alvorada da primeira civilização planetária da Terras. Se nós não permitirmos que o nosso instinto brutal para a autodestruição nos consuma, os nosso netos poderão viver numa idade em que a miséria, a fome e a doença deixarão de ameaçar o nosso destino. Pela primeira vez na história, temos ao nosso dispor os meios para destruir toda a vida na Terra ou para transformar o planeta num paraíso.

Quando era criança, muitas vezes perguntava como seria a vida num futuro longínquo. Hoje acredito que, se pudesse escolher viver noutra era qualquer da humanidade, escolheria esta. Vivemos hoje o tempo mais excitante da história do homem, o ponto culminante de algumas das maiores descobertas cósmicas e avanços tecnológicos de todos os tempos. Estamos a fazer a transição histórica de observadores passivos da dança da Natureza para nos transformarmos em coreógrafos dessa dança, com a capacidade de manipular a vida, a matéria e a inteligência. Contudo, a esse tremendo poder acresce a grande responsabilidade de garantirmos que o fruto dos nossos esforços será usado sensatamente e para benefício de toda a humanidade.

A geração actual é talvez a geração mais importante da humanidade. Ao contrário das gerações anteriores, temos nas nossas mãos o destino da nossa espécie: ou nos elevamos cumprindo o nosso destino como uma civilização de tipo I ou caímos no abismo do caos, da poluição e da guerra. As decisões que tomarmos irão repercurtir-se no presente século. O modo como resolvermos as guerras globais, a proliferação de armas nucleares e a guerra sectária e étnica erguerão ou deitará por terra as bases de uma civilização do tipo I. Talvez a finalidade e o sentido da actual geração sejam garantir a suavidade da transição para uma civilização do tipo I.

A escolha é nossa. Este é o legado da geração actual. Este é o nosso destino."


Michio Kaku