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8.4.09

Eutanásia em debate na Figueira da Foz


“EUTANÁSIA - Um direito de viver ou morrer” será o tema da Tertúlia do próximo dia 13 de Abril às 22h no Salão Caffé do Casino Figueira, numa organização da Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho da Figueira da Foz.

Participam na Tertúlia, sobre um tema que suscita discussões em diferentes áreas (histórica, jurídica, médica, psicológica etc), a Drª Laura Santos (Psicóloga) e o Monsenhor Vítor Feytor Pinto, com moderação de Carlos Pinto Coelho.

Laura Ferreira dos Santos é docente no Instituto de Educação e Psicologia.na Universidade do Minho.

Vítor Feytor Pinto, coordenador da Comissão Nacional da Pastoral da Saúde, nasceu na freguesia de St. António dos Olivais em Coimbra e tem mais de 50 anos ao serviço da igreja.

As suas posições na bioética levaram o Monsenhor Feytor Pinto a uma maior exposição em face da opinião pública, mas o responsável não nega que considera esta matéria “apaixonante” e assegura que “a Igreja, nas questões da bioética, foi completamente inovadora”, dando como exemplo a definição do momento da morte.

17.3.09

Os menores e o consumo

A Associação Portuguesa de Direito do Consumidor (apDC) promove, dia 18 de Março, a partir das 15 horas, no Casino Figueira, um debate em torno do tema “O Menor como figura nuclear nas preocupações do Direito do Consumo”.

A assinalar a Semana Mundial dos Direitos do Consumidor, a apDC realiza um debate que conta com a participação de vários especialistas em tendências e hábitos de consumo e na sua relação com jovens e crianças.

Entre outros temas, será discutida a “A Publicidade infanto-juvenil: perversidades e antídotos”, sobre as consequências de anúncios publicitários ilusórios.

“O Acesso à Rede Mundial de Informação”, no âmbito das precauções ante os perigos que espreitam crianças e jovens, será outro dos enfoques deste debate, juntamente com a “A criminalidade Informática” e “As Tecnologias de Informação e Promoção da Saúde”, este último sobre o MP 3 e os seus malefícios.

Por fim, será discutida a necessidade de desenvolver uma “Política de Protecção da Infância e da Juventude”.